"Portanto, tudo sofro por amor dos escolhidos, para que também eles alcancem a salvação que está em Cristo Jesus com glória eterna." 2 Tm 2.10

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

PERDER A ESPERANÇA, JAMAIS!

Dr. Schuller, conhecido pregador americano, narra a história que leu a respeito de uma árvore gigantesca, no estado de Colorado que fora derrubada pelo vento. A árvore tinha quase 500 anos de idade; era uma mudinha quando Colombo aportou nas praias da América. Raios haviam atingido a árvore 14 vezes, mas ela sobrevivera. Além disso, desafiara a devastação da neve e do gelo glaciais e até mesmo a força destrutiva de um terremoto. O que havia destruído aquela árvore aparentemente imortal? Minúsculos besouros que abriram caminho cavando a casca, chegando ao próprio cerne da árvore.

Esta história nos traz uma excelente aplicação prática: pensamentos e comentários negativos, como aqueles minúsculos besouros, talvez não pareçam muito ameaçadores, mas podem penetrar pela camada externa protetora dos indivíduos, atacando o mais íntimo da psiquê e sensibilidade de uma pessoa, infligindo a mais profunda mágoa, e destruindo os sentimentos ardorosos e a confiança que constituem elemento vital para a existência de um indivíduo.

O desencorajamento é universal e reincidente. Grandes homens de Deus passaram por profundos vales. Lembra-se de Elias logo após sua grande experiência de vitória? Tenho encontrado diariamente pessoas passando por vales profundos. Alguns como resultado de um fracasso financeiro, outros por crises existenciais. Alguns por questão de vocação, perda da profissão ou mesmo o divórcio. As agruras que enfrentamos, podem ir minando nossa esperança e matar nossos sonhos! E como bem escreveu Albert Schweitzer (ganhador do Prêmio Nobel da Paz de 1952, músico, filósofo, teólogo, médico e missionário): “A Tragédia do homem é o que morre dentro dele enquanto ele ainda está vivo”.

Não podemos ser tomados por um otimismo tolo, nem tampouco por um pessimismo que nos acovarda! O cristão não é um otimista e nem um pessimista, mas é um realista que vê além das circunstâncias e por isso mesmo vive sob a ótica da esperança!

O Rev. Dr. John Mackay certa vez afirmou que "A fé se apropria do que a graça nos fornece". Nada é mais destrutivo para o ser humano que a incapacidade de crer que uma agrura temporal pode se tornar a maior alavanca para grandes conquistas e novas percepções do mundo e de si mesmo. O nosso problema não são os terremotos circunstanciais, nem os vendavais, nem raios que caem sobre nós. Tal e qual aquela centenária árvore a que se referiu o Dr. Schüller, o nosso maior problema são os agentes da morte que se ocultam em nosso próprio coração, levando-nos a descrer de Deus, dos amigos e de nós mesmos. Fatores externos não são o nosso grande desafio. O nosso grande desafio é não perder a esperança na caminhada da vida! O nosso grande desafio é crer que "Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque a tua vara e o teu cajado me consolam". Afinal, se o nosso Pastor é maior do que os vales, ele também poderá iluminar os sombrios caminhos pelos quais temos que passar.



Fonte: http://paoquentediario.com.br/pqd/2011/pqd_dia.htm
Autor: Rev. Ézio Martins de Lima

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Sobre o Big Brother Brasil

Viverei uma vida correta na minha casa e não deixarei que entre nela nenhum mal [nem pela TV]. Eu detesto as ações daqueles que se afastam de Deus e não tomarei parte nos seus pecados. (Salmos 101:2-3)

O mundo é um lugar perigoso de se viver, não por causa daqueles que fazem o mal, mas sim por causa daqueles que observam e deixam o mal acontecer. (Albert Einstein)

Como não tenho palavras para descrever tamanho atentado ao pudor, na devocional de hoje tomo a liberdade de transcrever parte da visão do cronista e escritor brasileiro, Luis Fernando Veríssimo, sobre o programa do Big Brother Brasil (BBB). Uma visão que apóio e, embora leiga, considero coerente com a Palavra de Deus.

“Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A nova edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.

Dizem que Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. [...]

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um [...] repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados. [...]

O BBB não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. [...]

Veja o que está por de tras do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão. [...]

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema...., estudar..., ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins..., telefonar para um amigo..., visitar os avós..., pescar..., brincar com as crianças..., namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a [...] destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.”

Visão perfeita. Acrescento a recomendação de leitura da Bíblia também. Vamos seguir o exemplo do salmista Davi e retirar de diante de nossos olhos toda imagem ou ação que entristece o Espírito Santo. Deus tem algo muito melhor para nós e nossos filhos.





Fonte: http://elbemcesar.blogspot.com/2012/01/sobre-o-big-brother-brasil.html

Autor: Elbem César

domingo, 1 de janeiro de 2012

Auto-avaliação

O final de ano é uma oportunidade para avaliar como tem sido a nossa vida à luz da ética e dos princípios ensinados por JESUS. Pare um pouquinho, deixe a balbúrdia e a agitação do da-a-dia de lado e pense no seguinte:

- Realizei tudo o que podia, da melhor maneira possível? Em outras palavras, será que procedi conforme Paulo ensina: “Tudo o que fizerem, faça de todo o coração, como para o Senhor e não para os homens. ” Cl 3.23 ??

- Fui bondoso e misericordioso para com aqueles que são menos afortunados do que eu?

- Tratei meus familiares com respeito e amabilidade?

- Fui agradecido pelas belezas da natureza que o PAI celestial nos deu com tanto amor?

- Tenho tratado com respeito a natureza?

- Tive uma atitude animada durante as adversidades, como aconselhou Neemias ao povo: ” Não se entristeçam, porque a alegria do SENHOR os fortalecerá. ” Ne 8.10 c ?

- Estive satisfeito com as pequenas coisas da vida e não reclamei po rque gostaria de ter mais?

- Fui paciente com as idéias dos outros, jovens e idosos, mesmo quando diferiam das minhas próprias, segundo Paulo ensina em 2 Tm 2.24: ” Ao servo do SENHOR não convém brigar mas ser amável para com todos, apto para ensinar, paciente. ” ?

- Ajudei alguém ao longo do caminho, quando ele era mais áspero para o outro do que para mim?

Outro dia li o seguinte: “DEUS está esperando que comecemos a fazer tudo aquilo para o qual esta vida nos foi dada.” Portanto, não desperdice mais tempo. Que ele abençoe a sua vida, guiando-o hoje e sempre em direção àquilo que você almeja ser. Que você possa realizar os projetos do SENHOR para sua vida e se torne o que ele quer que você seja.



Fonte: Pão Diário Volume 13

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Natal: Comemorar ou não?

Muito se discute acerca da necessidade de se comemorar ou não o natal.

Os principais argumentos utilizados pelos que são contrários à comemoração do natal são os seguintes: 1 - a Bíblia não determina a celebração do nascimento de Jesus; 2 – Provavelmente Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro; 3 - A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos tabernáculos, que significa a preparação do caminho do Senhor, e, se você prepara o caminho para Ele nascer, não prepara para Ele voltar; 4 - O natal é uma festa que centraliza a visão do palpável e esquece do que é espiritual; 5 - O natal se tornou um culto comercial que visa render muito dinheiro; 6 - O natal está baseada em culto à falsos deuses nascidos na Babilônia; 7 - Esta festa não glorifica a Jesus; 8 - Os adereços (enfeites) de natal são verdadeiros altares de deuses da mitologia antiga.

De fato, os argumentos acima são verdadeiros!

Mas será que todo esse paganismo o qual está atrelado à festa natalina deve fazer com que nós, cristãos, deixemos de comemorar o nascimento de Jesus!?

A palavra em Isaías 9.6 diz: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.”

Ele nasceu, meus amados! As datas e o tempo ligados ao Seu nascimento e o paganismo ligado ao natal devem ficar em segundo plano para nós cristãos!

Do que podemos inferir que devemos sim comemorar o nascimento de Jesus!

É evidente que não temos que comemorar o natal como o mundo comemora. Devemos usar tal data para gritar com ainda mais força que Jesus vive e que, por esta razão, cremos no amanhã, num futuro de paz, etc.

Aliás, essa é uma boa data para disseminar a Palavra da Salvação, pois as pessoas estão mais receptivas.

Assim, ao invés de nos calarmos (nós cristãos), penso que, neste dia, devemos falar da grande razão do nascimento de Jesus Cristo, que a salvação das vidas entregues ao pecado, e, com isso, divulgar o verdadeiro valor do Natal e seu significado.

Façamos igual a Paulo:

“E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei; Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei. Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns. E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele.” (1 Coríntios 9:20-23)

Se nos calarmos, estaremos ratificando o testemunho pagão!

Portanto, comemore o aniversário de Jesus!

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A VERDADEIRA FAMA DE JESUS: O MILAGRE DA SALVAÇÃO!

Esta semana recebi uma charge descrevendo a situação de três igrejas evangélicas.


A primeira demonstrava uma igreja evangélica que pregava preponderantemente que “Jesus prospera”, garantindo aos crentes bênçãos materiais. Tal igreja aparecia repleta de pessoas congregando, todas elas atraídas pelas promessas de uma vida próspera. Além disso, era uma igreja grandiosa, cheia de pompas e cuja porta era “muito larga”.


A segunda retratava uma igreja que pregava com preponderância que “Jesus cura” doenças. Esta igreja aparecia na charge com menos membros e pompas que a igreja que propagava que “Jesus prospera”. A porta de tal igreja era um pouco menos “larga” que a primeira.


Por sua vez, a terceira, que pregava que “Jesus Salva”, aparecia sem pompa nenhuma e com pouquíssimos membros! A porta de tal igreja era estreita!


Tal charge retrata bem aquilo que ocorre no dia de hoje: a corrida dos cristãos atrás de alguém para resolver seus problemas pessoais em detrimento daquilo que, de fato, Deus já nos deu (nossa salvação)!


Na verdade, se for de Sua vontade, Jesus pode fazer todas essas coisas! Pode salvar, pode curar e pode trazer prosperidade!


Porém, nos últimos tempos, a igreja tem deixado de pregar acerca do verdadeiro milagre de Jesus! A bênção tem sido substituída por aquilo que realmente nos é importante, ou seja, a nossa vida eterna. Esquecemo-nos daquilo que Jesus já nos fez, daquilo que já realizou, de sua morte na cruz do calvário, feitos estes que garantiram a nossa remissão perante Deus.


Temos que voltar a pregar o evangelho da salvação. O próprio Jesus nos ensinou a atentar para as coisas celestiais: “não ajunteis tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem tudo consomem, e onde os ladrões minam e roubam; mas ajuntai tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem consomem, e onde os ladrões não minam nem roubam. porque onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.” (Mateus 6:19-21)


Então, amados, não nos esqueçamos da verdadeira fama de Jesus: o milagre da salvação!


"Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela;” Mateus 7:13

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

QUANDO O AMOR É MAIS!

“Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (I João 4.19).


Pedro está deprimido após ter negado conhecer Jesus. Ele chorou amargamente. Estava decepcionado consigo mesmo e envergonhado perante Aquele que em nenhum momento o decepcionou. O que salta aos meus olhos quando leio este texto é que o Senhor Jesus, Ressurreto dentre o mortos, ao reencontrar-se com Pedro, não o interroga sobre o que ele fez, mas sobre o que nele há de mais profundo e de mais verdadeiro: o seu amor. Depois de cada pergunta, Jesus confia a Pedro uma responsabilidade.


É precisamente este homem, debilitado pela culpa e enfraquecido pelo sentimento de ter fracassado, que é amado e chamado a responder. Cada um dos que assumem uma responsabilidade na comunhão com o Senhor Jesus deve descobrir isto. Aceitar responsabilidades não significa mostrar-se forte ou perfeito. A questão à qual devemos responder não é: “Você é forte? Conseguirá fazer isto?”, mas sim: “Ama-me?”. Por três vezes, Pedro responde: “Tu o sabes…”. O que teríamos dito no seu lugar? Pedro sabia bem o quanto o seu comportamento fora imperfeito.


Contudo não diz: “Sim, amo-te um pouco” ou “Vou tentar amar-te um pouco mais”. Se tivesse respondido assim, Pedro teria sido ele próprio a medida do amor. Pelo contrário, deixa para trás qualquer tentativa de se medir e de se analisar, assim como tempos antes tinha saltado do barco (v.7). Confia em Jesus, e confia completamente! A partir de então é o amor de Jesus que o conduz. Pedro não diz: “Eu posso…” ou “Eu quero…” mas “Tu...”. Assim já não é a nossa capacidade de amar, não são simples sentimentos, que estão no centro. Jesus, o Senhor, torna-se a fonte do nosso amor, vem completar o nosso amor e os nossos atos imperfeitos. Como escreveu o Apostolo João: “Nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (I João 4.19).


A nossa fraqueza, e até o nosso pecado, não são obstáculos ao seu amor. O amor de Jesus é poderoso! Envolve-nos de tal maneira que por ele somos curados, perdoados e transformados. A partir de então posso confiar a minha fraqueza a Jesus. Ele pode transformá-la em algo que me leva para um novo estágio, bem além das minhas expectativas fundadas no fracasso e na culpa. E ele pode fazer de mim uma testemunha do seu amor, mesmo que eu nem mesmo saiba como... As perguntas de Jesus são sobre o amor. Onde é que eu vejo que o amor está no âmago das minhas responsabilidades? No amor dAquele que nos amou primeiro.




Autor: Rev. Ézio Martins de Lima
Fonte: http://paoquentediario.com.br/pqd/2010/100521.htm

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

QUANDO VERDADEIRAMENTE O BUSCAMOS, DEUS NÃO DEIXA DE OUVIR NOSSA ORAÇÃO!

Um dos textos bíblicos que mais fala ao meu coração está em Daniel 10:8-12:

“Fiquei, pois, eu só, a contemplar esta grande visão, e não ficou força em mim; transmudou-se o meu semblante em corrupção, e não tive força alguma.
Contudo ouvi a voz das suas palavras; e, ouvindo o som das suas palavras, eu caí sobre o meu rosto num profundo sono, com o meu rosto em terra.
E eis que certa mão me tocou, e fez com que me movesse sobre os meus joelhos e sobre as palmas das minhas mãos.
E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que vou te dizer, e levanta-te sobre os teus pés, porque a ti sou enviado. E, falando ele comigo esta palavra, levantei-me tremendo.
Então me disse: Não temas, Daniel, porque desde o primeiro dia em que aplicaste o teu coração a compreender e a humilhar-te perante o teu Deus, são ouvidas as tuas palavras; e eu vim por causa das tuas palavras.”

Tal passagem se deu após uma visão que Daniel teve acerca de uma grande guerra que forma uma profecia contínua nos três últimos capítulos do livro.

A visão impressionou Daniel tremendamente por sua magnitude, ressaltando-se que ele reagiu com jejum e lamentação durante três semanas.

Após a visão, Daniel não pôde falar até que uma pessoa com aparência de homem tocasse seus lábios. Então, Daniel afirmou que seu silêncio era devido a estar tão esmagado pela aflição.

Então lhe foi dito: “Não temas, homem muito amado, paz seja contigo; anima-te, sim, anima-te. E, falando ele comigo, fiquei fortalecido, e disse: Fala, meu senhor, porque me fortaleceste.” (Daniel 10:19)

O que me impressiona no texto é que, diferentemente do que tem sido pregado hoje em dia, Deus responde às nossas orações quando, verdadeiramente, decidimos cumprir a vontade Dele.

É bem diferente de palavras proferidas no sentido de que os cristãos não nasceram para sofrer, de que aos crentes tão somente é reservado o melhor desta terra, de que aqueles que têm Cristo como senhor e salvador não estão sujeitos a doenças ou ainda que Deus trará prosperidade, riqueza, etc.

Em outros termos, o texto enfatiza que Deus não barganha com ninguém, mas abençoa os que decidem buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a sua Justiça (Mateus 6.33).

Assim, se já estamos crucificados com Cristo, busquemos em primeiro lugar o reino de Deus e a sua Justiça, não orando por coisas, mas sim pelo fruto do espírito.



“Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança.” (Gálatas 5:22)
“Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” (Gálatas 2:20)